Tris, ou Beatrice, vive num mundo onde a sociedade é dividida em facções. Ela nasceu na facção mais altruísta, mas isso não quer dizer que ela seja altruísta, muito menos que não é.
Ela se vê desistindo da sua família e mudando de facção durante sua cerimonia de escolha, que é quando os adolescentes de dezesseis anos escolhem quem querem ser (escolha muito limitada por sinal). Tris escolhe destemor, a facção da coragem e lá e passa por situações totalmente novas que vão de pular de trens em movimento a comer um hambúrguer. E é claro, um romance inesperado.
O filme desse livro estará estreando nos cinemas em abril, a historia é muito parecida com Jogos Vorazes e eu recomendo.
A Tris é forte, mas não tem liberdade para se expressar, diferente da Katniss que é duroda desde o inicio. A sociedade de Divergente é separada em facções: Abnegação, Destemor, Erudição, Amizade e Sinceridade, cada uma corresponde a um tipo de pessoa, sinceros, inteligentes, altruístas, corajosos e amigos. Em Jogos Vorazes a sociedade é separada por distritos e cada um corresponde a um função, agricultura, mineração...
Nos dois as personagens principais também são as heroínas de um sistema de governo precário e errado.
Não posso falar outras igualdades porque estou no primeiro livro de ambos.
Bem minhas opiniões são, a leitura foi boa, consegui manter um ritmo sem perder o interesse, Tris aborda muitos temas sobre crescimento pessoal e virtudes que as pessoas tem e não tem. As vezes eu achei que ela abre muitos parenteses e não fecha nenhum e questiona tudo tantas vezes que me lembra das aulas de filosofia da escola. Sem contar que eu passei metade do livro achando que o Drew era mulher e não acho que o que aconteceu com o Al foi certo, ele deveria ter tido um destino diferente pois o que rolou com ele foi muito nada haver.
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