Uma infância com caverna do dragão e eu não aprendi nada com o mestre dos magos? Realmente?
Mais um ano começa e logo logo ele termina e eu ainda não sei qual é a pergunta certa.
Dizem que os erros estão na pergunta, mas isso que eu quero aprender então não deveria ser essa a pergunta correta? Quem liga para o sentido da vida? Estamos todos aqui com um relógio enorme sobre nossas vidas, como se estivéssemos na escola e logo o sinal vai tocar e sera a hora de ir. Tenho que aprender o máximo possível pois eu não sei quando o sinal vai tocar.
Me diz. Não é horrível ter coisas assim na mente o tempo inteiro? É como se as vezes a escuridão caísse sobre mim e essa avalanche de coisas erradas e sem classificação me afogasse.
Acho que é esse o problema, muitas maluquices sem nome ou destino, como uma criança sem nome ou educação que ficam brincando na minha cabeça e vão crescendo e procriando mais crianças dessas para bagunçar tudo aqui.
Acho que essas coisas não curtem musica alta, elas fogem quando eu toco rock. O som pulsa nos fones de ouvido e as crianças fogem, algumas migram para não sei aonde e nunca mais voltam, mas eu não posso viver com fones de ouvido né.
Tanta coisa acontece e eu não ouço por causa desses pestinhas na minha cabeça. Eu poderia dar-lhes um nome e educação, mas como? Algo me diz que eles tem nome, eu é quem não sabe qual.
Não posso chamar amor de tristeza e ainda esperar que ele atenda. Muito menos ensinar felicidade a chorar ou medo a voar.
Vê o meu problema?
Pelo menos eu sei que há um problema. Né?
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