terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Minha cabeça cheia

Acho que eu sou realmente boa nisso de pensar muito na coisa errada. Sempre passa nos filmes "Você esta fazendo as preguntas erradas."
Uma infância com caverna do dragão e eu não aprendi nada com o mestre dos magos? Realmente? 
Mais um ano começa e logo logo ele termina e eu ainda não sei qual é a pergunta certa.
Dizem que os erros estão na pergunta, mas isso que eu quero aprender então não deveria ser essa a pergunta correta? Quem liga para o sentido da vida? Estamos todos aqui com um relógio enorme sobre nossas vidas, como se estivéssemos na escola e logo o sinal vai tocar e sera a hora de ir. Tenho que aprender o máximo possível pois eu não sei quando o sinal vai tocar.
Me diz. Não é horrível ter coisas assim na mente o tempo inteiro? É como se as vezes a escuridão caísse sobre mim e essa avalanche de coisas erradas e sem classificação me afogasse. 
Acho que é esse o problema, muitas maluquices sem nome ou destino, como uma criança sem nome ou educação que ficam brincando na minha cabeça e vão crescendo e procriando mais crianças dessas para bagunçar tudo aqui.
Acho que essas coisas não curtem musica alta, elas fogem quando eu toco rock. O som pulsa nos fones de ouvido e as crianças fogem, algumas migram para não sei aonde e nunca mais voltam, mas eu não posso viver com fones de ouvido né.
Tanta coisa acontece e eu não ouço por causa desses pestinhas na minha cabeça. Eu poderia dar-lhes um nome e educação, mas como? Algo me diz que eles tem nome, eu é quem não sabe qual.
Não posso chamar amor de tristeza e ainda esperar que ele atenda. Muito menos ensinar felicidade a chorar ou medo a voar.
Vê o meu problema? 
Pelo menos eu sei que há um problema. Né?

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